terça-feira, 2 de março de 2010

Versão 1.8

Fazendo 18 hoje, no segundo dia na UEL.

Na falta do que escrever ultimamente. Melhor não falar nada do que falar bosta, como dizia o poeta.

Para todo caso, o post Adultum, de um ano atrás, continua tendo uma pequena relevância para quem quiser ler, adaptando, claro, para o contexto atual, adicionando certas malícias e trocando alguns miúdos. Afinal, se há algo que aprendi nesses últimos três anos, foi que mudanças são graduais. Poderia explicar os pontos que mudaram - e melhoraram -, mas me vejo com uma certa malemolência para racionalizar as coisas. Deixo com a vossa imaginação, se ainda tiveres.

Falô aí.

1 comentário(s):

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Sobre o ocioso que aqui escreve...

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Estudante de Design Gráfico na Universidade Estadual de Londrina; músico e escritor - amador em ambos, e em constante construção; pseudopensador nas horas vagas; um (fracassado/persistente) aproveitador da vida.

Talvez o mais avassalador efeito alucinógeno não seja o de drogas, mas sim o do ócio, puro e nefasto, que nos tenta irresistivelmente à procrastinação, mas que ao mesmo tempo cria poderosos frutos criativos em nossa consciência.

"Frequentemente, os melhores momentos na vida são quando a gente não está fazendo nada, só meditando, ruminando. Quer dizer, a gente pensa que todo o mundo é sem sentido, aí vê que não pode ser tão sem sentido assim se a gente percebe que é sem sentido, e essa consciência da falta de sentido já é quase um pouco de sentido. Sabe como é? Um otimismo pessimista."

BUKOWSKI, Charles. PULP, 1994, tradução de Marcos Santarrita.